domingo, 24 de novembro de 2013

"MANIFESTAÇÃO E VANDALISMO"

REDAÇÃO
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TEMA: "Manifestação e Vandalismo"



Não se pode negar que as manifestações ocorridas neste ano de 2013, sacudiu este país de dimensão continental. Pudemos perceber a expressão de preocupação no rosto das nossas autoridades, inclusive, das pessoas mais velhas, pois na minha opinião, os mais velhos já assistiram tanta coisa neste país e mesmo assim, vi seus rostos preocupados.

Não recebi nenhuma notícia do exterior, para saber deles se as manifestações foram positivas ou negativas, principalmente, os Estados Unidos e Europa. 
Apesar de não ter participado ativamente nas ruas de nenhuma manifestação, não as condenei, inclusive elogiei muito as diretrizes dos manifestantes que, basicamente sucederam através das redes sociais.

Eles protestaram contra tudo aquilo que eu acredito estar fora do controle, como por exemplo: O aumento das tarifas dos transportes coletivos. Nunca se viu tanto abuso nessa área. As pessoas superlotam os ônibus, trens e metrô da cidade de São Paulo e o atendimento é precário. Deveriam baixar as tarifas ao invés de aumentar.

Por outro lado, aproveitadores e oportunistas, partiram para uma prática que não agradou a ninguém. Nada justifica as pessoas irem até a prefeitura para depredá-la. Nada justifica atear fogo em ônibus, colocando em risco a vida das pessoas. Paralisaram rodovias importantes da capital, fizeram arrastões em lojas, restaurantes... Isso é vandalismo! e isso desfaz todo o processo de democratização, pois, o Estado precisa usar a força para coibir essas pessoas que são uma minoria que não representou a insatisfação dos manifestantes. Eles precisam ser identificados e presos, sem honrarias. Uma pessoa honrada precisa salvar a cidade ou o cidadão e não destruí-los. Os políticos também vandalizam e deveriam ser tratados como vândalos, pois roubar dinheiro do povo deveria ser crime hediondo.

Enfim, não fui a nenhuma passeata, mas estava aqui, torcendo pelo meu país. Quero ver o Brasil melhor e demonstrar que através dessa união, podemos fazer coisas ilimitadas, podemos até diminuir essa discrepância de classes sociais e exigir escolas de boa qualidade, hospitais com atendimento de boa qualidade para todos, igual aos hospitais dos ricos.

Texto escrito por Álvaro João dos Santos, em 20/07/2013 - Exigido no Vestibular para ingressar no Curso de Pedagogia da Faculdade Guaianás/SP. 

Texto de: Álvaro João dos Santos
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

"DÚVIDA METÓDICA DE RENÉ DESCARTES. (COGITO, ERGO SUM)”.


DÚVIDA METÓDICA DE RENÉ DESCARTES.

“COGITO, ERGO SUM”.



"Penso, logo existo".

1 DÚVIDA METÓDICA DE RENÉ DESCARTES - “COGITO, ERGO SUM” PENSO, LOGO EXISTO.

Essa frase “Cogito, ergo sum”, não veio de uma “revelação iluminada”, nem mesmo foi criada por “inspiração” de alguém que acordou pela manhã e olhou para um ponto fixo na parede e, como não tinha nada a dizer, disse: Penso, logo existo. Essa frase foi a conclusão certa e segura da pesquisa científica de René Descartes sobre  a Teoria do Conhecimento.
René Descartes (1596-1650), nascido em La Haye, Tauraine na França e falecido em Estocolmo, na Suécia, onde dava aulas de filosofia e de ciências à rainha Cristina. Se tornaria um dos filósofos mais importantes do século XVII e XVIII, influenciando a formação e o desenvolvimento da filosofia moderna, destacando o texto “Meditações metafísicas”, sua obra filosófica mais importante. Grandes filósofos como Locke, Hume e Kant utilizaram suas teorias e princípios. Por estas razões, ele é frequentemente chamado de o pai da filosofia moderna.

2 DÚVIDA HIPERBÓLICA


Seu ponto de partida para a frase em estudo consistiu-se em adotar a posição cética, radicalizando ao ponto de levar às suas últimas consequências para então mostrar ao adversário que se trata de uma posição insustentável, descartando tudo que não tiver uma fonte confiável, surgindo assim a dúvida hiperbólica (Exagerada). Toda a filosofia posterior sofreu influência do filósofo, assumindo uma tendência idealista, isto é, uma tendência a valorizar a atividade do sujeito pensante em relação ao objeto pensado.
Descartes foi um racionalista convicto e recomendava que desconfiássemos das percepções sensoriais (audição, tato, paladar, olfato, visão), dos sonhos e da imaginação, pois seriam responsáveis por frequentes erros do conhecimento humano, são verossímeis (que parece verdadeiro). Dizia que “o verdadeiro conhecimento das coisas externas devia ser conseguido através do trabalho lógico da mente”. Para Descartes, o conhecimento tem que ser o conhecimento certo e sua essência do método consiste em começar com preposições que podem ser intuídas como claras e verdadeiras para deduzir delas o resultado passo a passo.
Os ingredientes são dois:  Intuição e Dedução.
Intuição: A capacidade de perceber diretamente, pela mente a verdade simples.
Ex: O triângulo tem três lados. É fácil observar essa verdade pelo que Descartes chamava de  “luz natural da razão”.
Dedução: A capacidade de mover a verdade simples para outra verdade, quando a primeira implica na segunda.
Ou seja, intuição é tudo de uma vez, enquanto dedução, segundo Descartes é como a intuição em movimento, é sucessiva. Ele dizia:
“O menor motivo de dúvida que for encontrado bastará para rejeitar todas. E para isso, não é necessário que examine cada uma em particular, o que seria um trabalho infinito, mas cisto que a ruína dos alicerces carrega consigo todo o resto do edifício, dedicar-me-ei inicialmente aos princípios sobre os quais todas as minhas antigas opiniões estavam apoiadas”. (DESCARTES).
Porém, isso lhe trouxe um problema, pois ele pensava na intuição como uma capacidade inata (ideias que nascem com as pessoas)  e assumiu que ela é confiável de modo que o intelecto não pode cometer erros se for usado corretamente. Porém, Descartes era receoso da censura religiosa, por causa da condenação de Galileu Galilei e muitas outras coisas, o que pode ter ocasionado uma não publicação do aprofundamento desse seu trabalho, tendo como consequência a posteriore, que suas ideias foram contestadas pelo filósofo John Locke que mostrou que a nossa capacidade é empírica (ideias adquiridas através da experiência das sentidos) e por isso não poderia ser inata.

3 O COGITO


Descartes acreditava que a natureza funcionava como uma máquina e tudo o que existe nela poderia ser traduzida em equações, contudo, antes precisou encontrar um ponto de apoio firme. Procurou derrubar velhas crenças e falsas opiniões e impressões enganosas e começou a duvidar de tudo que acreditava e então pensou:
“Como posso ter certeza de que eu estou aqui sentado diante do fogo? ...Como posso ter certeza de que essas mãos são minhas? ... Os loucos chegam a acreditar que são reis e quantas vezes eu sonhei que estava nessa cadeira, vestindo essa roupa... Mas mesmo sonhando, devo admitir que dois mais dois são quatro e que um quadrado tem quatro lados. Será que eu encontrei uma verdade? ... Mas e se um Deus enganador, se um gênio maligno colocou todas essas verdades em minha cabeça? ... Como posso ter certeza de que tudo isso é um engano?”. (de Vivianne Mosé sobre Descartes)
 Depois de derrubar todas as falsas impressões, Descartes chegou a seguinte conclusão:
“Posso duvidar de tudo, mas tenho a certeza de que estou aqui, pensando, duvidando. Sou uma coisa que duvida, que pensa: Cogito, ergo sum/Penso, logo existo”.
Debaixo dos escombros, Descartes encontrou um ser que pensa, que usa a razão. A verdade não estava mais no saber dos grandes mestres. A razão é o único instrumento que o homem poderia utilizar para entender o mundo. A única coisa confiável. A partir daí, Descartes reconstruiu toda a sua visão do Universo e isso representou uma revolução na História do pensamento.


4 O MÉTODO CARTESIANO


O Método de Descartes foi proceder de forma matemática, primeiro estabelecendo os princípios fundamentais, para a seguir derivar deles suas consequências. Dessa forma, utiliza-se o método rigoroso do raciocínio matemático, ele esperava construir, “sobre bases firmes e sólidas”, um edifício filosófico que ficasse imune à controvérsia fútil que havia caracterizado a filosofia que aprendera na escola.
Também consiste o método, na realização de quatro tarefas básicas:
Certificar-se se existem evidências reais e que não deixem dúvidas acerca do objeto de estudo. Isso significa em não aceitar algo como verdadeiro sem conhecê-lo de fato, isto é, evitar com cuidado qualquer opinião ou engano a ponto de excluir qualquer possibilidade de dúvida.
Dividir ao máximo as coisas, em suas unidades, e estudar as partes mais simples que surgirem. Trata-se de dividir o problema em tantas partes quantas fossem necessárias para melhor poder resolvê-lo.
Sintetizar e conduzir por ordem os meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir pouco a pouco, gradualmente, até o conhecimento dos mais compostos; e admitindo uma ordem mesmo com aqueles que não apresentam nenhuma ligação entre si.
Enumerar todas as conclusões e princípios utilizados, a fim de manter a ordem do pensamento, ou seja, fazer enumerações tão completas, e revisões tão gerais, que tivesse certeza de nada ter omitido.




CONCLUSÃO

Enfim, quem pode garantir que a verdade imutável que Descartes tanto defendeu, não seja uma ilusão?
É possível que o mais interessante de toda essa história não esteja na conclusão, mas sim no caminho que o filósofo percorreu até chegar à ela, o caminho da “dúvida”. Será que o “eu” é um lugar firme e seguro, capaz de sustentar a verdade? Temos muitas dúvidas e poucas certezas.
Enfim, podemos deduzir que a dúvida existe para o bem do conhecimento, afinal de contas, só se pode aprender de fato, porque existe a dúvida e se não fosse a dúvida, não aprenderíamos mais nada.

Escrito por Álvaro João dos Santos
*Trabalho de Aproveitamento da disciplina Filosofia da Educação exigido pela Prof.º Edson Ortiz/FAG - Faculdade Guaianás.

REFERÊNCIAS WEBGRÁFICAS


1 Resenha da obra: o discurso do método. Disponível em:<Pas2jk.wordpress.com /2011/09/27/ resenha-da-obra-o-discurso-do-metodo---rene-descartes/>. Acesso em: 17 de nov de 2013.
2 Vídeo de Claudio Costa. Disponível em:< youtube.com/watch?V=WB3crKmG4>. Acesso em: 17 de nov de 2013.
3 Vídeo de Viviane Mosé: Disponível em:<youtube.com/watch?V=rgJcomdggGw.>. Acesso em: 19 de nov de 2013.
4 Método Cartesiano. Disponível em:<www.psicoloucos.com /ReneDescartes/ metodo-cartesiano>. Acesso em: 20 de nov de 2013

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sábado, 16 de novembro de 2013

RESENHA II - FILME "CENTRAL DO BRASIL"




RESENHA DO FILME “CENTRAL DO BRASIL”.



Ao escrever sobre o filme “Central do Brasil”, de Walter Salles, deve-se atentar para o reconhecimento da qualidade do filme, pois fora vencedor de vários prêmios importantes no exterior, inclusive indicado ao “Oscar” de melhor filme estrangeiro. O Filme é de 1998 e acontece em uma estação de trem que tem o nome “Central do Brasil” e fica na cidade do Rio de Janeiro.

Josué (Vinícius de Oliveira), entre tantas e tantas crianças que vivem sem a presença do pai, retrata mais um caso de família desestruturada e pobre. Só que agora se vê sem mãe que morreu em um acidente de ônibus, em frente a estação de trens Central do Brasil.

Sozinho na vida, agora Josué recebe a ajuda de Dora (Fernanda Montenegro), uma professora aposentada que para “ajudar” no orçamento doméstico, trabalha todos os dias na estação de trens, como escrevente de cartas para analfabetos.

Dora não é uma mulher de bom caráter e seus “clientes” nem imaginam que ela não envia as cartas deles. Essas cartas são escritas por Dora e as pessoas tinham tanta confiança nela que, ao invés de ficarem com as cartas para eles mesmos colocarem no Correio, deixavam a tarefa para ela, na confiança típica de alguém que, por não saber ler e escrever, confia na professora, que para a época era como uma “segunda mãe”. Esse deve ser o papel do professor na sociedade. As pessoas ainda acreditam na honestidade do professor como autoridade do saber e do ensinar e por isso deve-se prezar pela moral e os bons costumes ao exercer a profissão de professora. As pessoas tentarão imitá-la, pois confiam nela como se fosse realmente uma “segunda mãe”.

Dora resolve ajudar a criança órfã só depois de uma crise de consciência provocada pela vizinha (Marília Pera) ao saber que ela havia negociado o menor para uma “possível” organização de tráfico internacional de crianças, por dois mil reais e Josué, “quem sabe”, poderia ter os seus órgãos roubados, ou uma outra coisa horrível. Dora, então, voltou ao local onde o havia deixado e resgatou Josué. Só que agora se viu em apuros, pois poderiam ir atrás dela e do menino para os matarem.

E daí por diante, assistiremos a uma longa viagem que começa no Rio de Janeiro, viajando milhares de quilômetros no solo brasileiro, uma verdadeira aventura até chegar à pequena cidade de Bom Jesus do Norte/Ba. Uma viagem que vai percorrer a vida inteira de Dora e também a vida do povo brasileiro abandonado pela pátria tão amada.

Central do Brasil é um filme que prende a atenção do início ao fim e retrata a vida de um povo muito sofrido, mas, sobretudo, um povo lutador. É um filme que tem a nossa “cara” e mostra a injustiça social discrepante que há no país e a tirania de algumas autoridades que ao resolver problemas de furtos, até matam, como se houvesse uma espécie de justiça paralela.

            Enfim, é um filme que nos faz refletir sobre a necessidade de criar uma legislação na Educação que possa incluir todos os brasileiros para receber um ensino público de primeira qualidade e não somente para as elites. É preciso dar uma basta no analfabetismo e na “miséria social” e liberar condições reais de sobrevivência, sem precisar sacrificar tanto um povo que ainda não percebeu que a culpa disso tudo é o próprio Estado que o chama de “cidadão”.


QUESTÕES SOBRE O FILME "CENTRAL DO BRASIL".


I. Explique por que o título do filme possui um alcance metafórico.

É como se o Brasil inteiro passasse por ali. São pessoas de todas as partes do país com as mais variadas culturas, desventuras e desilusões. São pessoas anônimas, mas que podem representar o centro e a essência do nosso país.


II. Explique a materialização do discurso em Central do Brasil, levando em conta a oralidade.

São relatos de pessoas que se separaram dos entes queridos e não possuíam telefone para manter o contato, ou talvez fosse difícil se comunicar através desse meio de comunicação. E-mail, não existia, rede social, muito menos. Nesse contexto desesperador, a comunicação entre as pessoas era feita através das cartas, mas, como eram pessoas analfabetas, procuravam Dora que era uma escrevente de cartas para analfabetos. Dora era a única esperança de verbalizarem a comunicação com as pessoas que viviam longe. Só que o vocabulário das pessoas analfabetas é muito limitado, com muitos erros de português.


III. Como acontece a relação dialógica entre a escrevente e as pessoas que a procuravam?

Quando a mãe de Josué pediu para Dora escrever uma carta endereçada ao pai do menino, ela não conseguia se expressar direito, pois quem não lê e não escreve, também não consegue se expressar, por causa da dificuldade com a língua, então Dora tinha que se intrometer na fala da mulher e dava opinião em seus pensamentos e sentimentos. E assim fazia com todos os clientes.


IV. Os relatos das pessoas são considerados fiéis? Justifique.

Até poderiam ser fiéis se a escrevente colocasse no papel exatamente o que era ditado pelos analfabetos, porém ela escrevia as cartas sugerindo os seus próprios relatos, fazendo uso de suas próprias ideias.


V. Qual é a mensagem do filme “Central do Brasil?

Esse filme traz a desigualdade, como pano de fundo, mostrando a distância discrepante da classe dominadora e os dominados, ricos explorando pobres. Mostra o descaso das nossas autoridades com relação a exclusão de tantos brasileiros, que depois vivem uma vida medíocre em uma parte qualquer do país buscando a sobrevivência diária, quase sem perspectiva de melhoria na qualidade de vida. Mostra com fidelidade sobre como viver num país tão rico, tão grande, mas tão alheio aos problemas sociais.

Ficou um grande alerta para o Estado que poderia mudar a vida dos brasileiros, se fizesse uma legislação mais próxima dos pobres sem favorecer tanto as pessoas ricas, como, banqueiros, empresários e fazendeiros e senhores de engenhos modernos. Para a pedagogia, o grande desafio de se envolver cada vez mais com esta problemática em busca de caminhos vitoriosos e apontá-los para as autoridades e famílias na tentativa de minimizar cada vez mais essa ignorância que faz muito mal para a saúde do Brasil.



Série "Meus Textinhos" do 1° Semestre de Pedagogia.
Escrita em 16/11/2013 por Álvaro João dos Santos - Trabalho de Aproveitamento da disciplina “Técnicas de Leitura e Escrita” solicitado pela Prof.ª Claudinéia Alves da Faculdade Guaianás - FAG.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

RESENHA I - OFICINA DE LEITURA


RESENHA DO 1° CAPÍTULO DO LIVRO

"OFICINA DE LEITURA - TEORIA E PRÁTICA" 
De ANGELA KLEIMAN


Sobre o capítulo 1 do livro: Oficina de Leitura - Teoria e Prática", de Angela Kleiman, que traz informações sobre o binômio fantástico das palavras "leitura e aprendizagem", propondo uma nova articulação sugerida por Gianni Rodani, fazendo uma discussão delas, desconstruindo o seu sistema que tem sido violentado nas escolas, rendendo um novo entendimento, como por exemplo: Leitura da aprendizagem, a aprendizagem da leitura e a aprendizagem sobre a leitura.

Esse texto mostra algumas atividades realizadas nos anos 90, 91 e 92, com situações reais de estratégias de leitura para crianças alfabetizadas e adultos alfabetizados, indicando direções a serem seguidas pelo professor, ou um adulto que se propõe a ensinar letramento, levando em contra um reconhecimento de valores e crenças e até atitudes primárias. 

Um exemplo que nos chama a atenção, é o exercício de leitura de uma simples bula, onde por orientação da professora, alunos de alfabetização do supletivo, fizeram uma leitura que ficou marcada por desentendimento e resistência, pois até o catador de laranjas tornou-se porta-voz dos alunos, chamando os médicos de exploradores dos pobres, indicando total descrença em remédios de farmácia. Isso levou a professora a constatar que seria preciso haver uma discussão antes da leitura do texto, informando que era apenas uma leitura intelectual. 

Este livro, então, sugere um professor que lê, ou faça leituras esporádicas, mas não um especialista em leitura, no sentido que o objeto seja a formação inicial do leitor, fazendo com que este leitor seja um bom leitor, pois aborda textos de ciências, história e geografia, sem reduzir sua leitura na aula de português, para ter sucesso na escola com menor possibilidade de evasão escolar.

Série Meus Textinhos do 1° Semestre de Pedagogia
Trabalho de aproveitamento da disciplina Técnicas de Leitura e Escrita da Prof ª Claudinéia - FAG/Faculdade Guaianás.

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